segunda-feira, 5 de março de 2012
O violino encantado
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Questões acerca da adaptação - Revista Nova Escola
Crianças inseguras, pais angustiados e sofrimento diante da separação iminente. Esse não precisa ser o retrato do início dos pequenos na creche. É possível diminuir o desconforto e proporcionar uma adaptação tranquila e saudável para os bebês e sua família. A fase de acolhimento na Educação Infantil é diferente para cada faixa etária e requer atenção redobrada com bebês de até 2 anos. Afinal, quase tudo é novidade para eles: a convivência com outras crianças e adultos (além do círculo mais próximo), as brincadeiras com a areia...
O primeiro passo é conhecer bem a criançada. Entender seus costumes e medos ajuda a elaborar o planejamento. "Quando percebem que o educador sabe coisas que as fazem se sentir bem, elas ficam mais calmas", diz Rosa Virgínia Pantoni, mestre em Psicologia e coordenadora de assistência social da Creche Carochinha, ligada à Universidade de São Paulo (USP).
Antes de receber a turma, é fundamental ler com atenção todas as informações contidas na ficha de anamnese (com histórico de saúde). Também é desejável fazer uma entrevista detalhada com a família. Durante o bate-papo, os pais podem esclarecer dúvidas e ajudar você e seus colegas a entender os hábitos da criança. "É um momento de ajuste de expectativas. É essencial escutar o que os familiares esperam e explicar os objetivos da instituição", diz Ana Charnizon, educadora da UMEI Aarão Reis, em Belo Horizonte. Mostrar interesse pela criança é uma forma de tranquilizar os pais. Vale perguntar como é a rotina em casa, do que a criança gosta de brincar e de comer e se possui objetos de apego. A entrevista pode ser finalizada com uma visita pelos ambientes.
Bebês de até 10 meses estranham a escola, o modo como são colocados para dormir e a comida oferecida. É necessário prestar atenção nos aspectos sensoriais: deixar objetos pessoais, como mantinhas, chupeta e fronhas, junto ao berço ajuda na adaptação. A ausência dos pais não incomoda, mas a textura diferente do lençol do berço, a forma como são colocados para dormir, a temperatura da água do banho, sim.
Depois de completar 1 ano, a adaptação muda um pouco. O foco principal agora é fazer com que o bebê se acostume à ausência dos responsáveis. Por isso, é necessário alternar momentos em que os familiares estejam próximos e distantes da criança. Nessa idade, ela já começa a estranhar quem não conhece e estabelece vínculos com alguns adultos. Faz parte do processo, então, manter os rostos conhecidos ao alcance da visão do pequeno. A separação é feita aos poucos, intercalando momentos de aproximação e de ausência, até que o bebê se acostume à rotina na creche.
Outra estratégia para assegurar a tranquilidade é fazer um espaço para cada criança. Assim, ela entende que há um lugar coletivo, mas que também existe um cantinho só dela, com seus objetos de apego ou brinquedos. Isso faz com que se estabeleçam vínculos com o local. Também é importante definir uma rotina, com horários e regras, para que os pequenos se sintam amparados.
O choro nos momentos iniciais da separação é normal e deve passar logo, à medida que a criança percebe que é acolhida e compreendida. Caso o berreiro persista, isso pode ser sinal de insegurança. Outras manifestações de desconforto são o sono constante, a apatia e a recusa em comer. Reuniões e estudos periódicos permitem aprofundar o conhecimento a respeito do universo infantil e agir nesses casos. "A insegurança dos responsáveis influencia ansiedade dos pequenos. Por isso, os profissionais precisam estar preparados", explica Ana.
Cabe ao educador acolher os bebês, reconhecer seus sentimentos e fortalecê-los emocionalmente. "As ações devem estar voltadas para a apresentação do novo ambiente de uma forma delicada", explica Clélia Cortez, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo. "O que está em jogo é o compromisso em transformar os sentimentos de angústia presentes neste momento em segurança e afeto", completa.
Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/como-fazer-boa-adaptacao-bercario-bebes-creche-617844.shtml
O primeiro passo é conhecer bem a criançada. Entender seus costumes e medos ajuda a elaborar o planejamento. "Quando percebem que o educador sabe coisas que as fazem se sentir bem, elas ficam mais calmas", diz Rosa Virgínia Pantoni, mestre em Psicologia e coordenadora de assistência social da Creche Carochinha, ligada à Universidade de São Paulo (USP).
Antes de receber a turma, é fundamental ler com atenção todas as informações contidas na ficha de anamnese (com histórico de saúde). Também é desejável fazer uma entrevista detalhada com a família. Durante o bate-papo, os pais podem esclarecer dúvidas e ajudar você e seus colegas a entender os hábitos da criança. "É um momento de ajuste de expectativas. É essencial escutar o que os familiares esperam e explicar os objetivos da instituição", diz Ana Charnizon, educadora da UMEI Aarão Reis, em Belo Horizonte. Mostrar interesse pela criança é uma forma de tranquilizar os pais. Vale perguntar como é a rotina em casa, do que a criança gosta de brincar e de comer e se possui objetos de apego. A entrevista pode ser finalizada com uma visita pelos ambientes.
Bebês de até 10 meses estranham a escola, o modo como são colocados para dormir e a comida oferecida. É necessário prestar atenção nos aspectos sensoriais: deixar objetos pessoais, como mantinhas, chupeta e fronhas, junto ao berço ajuda na adaptação. A ausência dos pais não incomoda, mas a textura diferente do lençol do berço, a forma como são colocados para dormir, a temperatura da água do banho, sim.
Depois de completar 1 ano, a adaptação muda um pouco. O foco principal agora é fazer com que o bebê se acostume à ausência dos responsáveis. Por isso, é necessário alternar momentos em que os familiares estejam próximos e distantes da criança. Nessa idade, ela já começa a estranhar quem não conhece e estabelece vínculos com alguns adultos. Faz parte do processo, então, manter os rostos conhecidos ao alcance da visão do pequeno. A separação é feita aos poucos, intercalando momentos de aproximação e de ausência, até que o bebê se acostume à rotina na creche.
Outra estratégia para assegurar a tranquilidade é fazer um espaço para cada criança. Assim, ela entende que há um lugar coletivo, mas que também existe um cantinho só dela, com seus objetos de apego ou brinquedos. Isso faz com que se estabeleçam vínculos com o local. Também é importante definir uma rotina, com horários e regras, para que os pequenos se sintam amparados.
O choro nos momentos iniciais da separação é normal e deve passar logo, à medida que a criança percebe que é acolhida e compreendida. Caso o berreiro persista, isso pode ser sinal de insegurança. Outras manifestações de desconforto são o sono constante, a apatia e a recusa em comer. Reuniões e estudos periódicos permitem aprofundar o conhecimento a respeito do universo infantil e agir nesses casos. "A insegurança dos responsáveis influencia ansiedade dos pequenos. Por isso, os profissionais precisam estar preparados", explica Ana.
Cabe ao educador acolher os bebês, reconhecer seus sentimentos e fortalecê-los emocionalmente. "As ações devem estar voltadas para a apresentação do novo ambiente de uma forma delicada", explica Clélia Cortez, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo. "O que está em jogo é o compromisso em transformar os sentimentos de angústia presentes neste momento em segurança e afeto", completa.
Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/como-fazer-boa-adaptacao-bercario-bebes-creche-617844.shtml
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Sobre o Halloween
Dia das Bruxas (Halloween) é uma festa típica anglo-saxã
As pessoas acreditavam que nesse dia, as almas dos mortos vinham à procura dos vivos, e tinham muito, muito medo dessa "visita" anual. Daí resolveram se vestir da forma mais estranha possível nessa data, para não parecerem humanos e despistarem os espíritos.
Tempos depois, os celtas foram conquistados pelos romanos, que eram guerreiros e dominavam novas terras e povos, há quase dois mil anos. Seus costumes e festivais se misturaram com os do lugar: eles comemoravam o Dia de Pomona na mesma época do Samhain. Pomona era uma deusa que protegia a agricultura, as frutas e os jardins. Assim, espigas de milho e maçãs, simbolizando fartura de alimentos para as colheitas do ano seguinte, foram incluídas na antiga festa celta.
Mais tempo, quase mil anos, se passou e o feriado foi somado ao que a Igreja comemorava em primeiro de novembro, chamado de All Hallows Day (Dia de Todos os Santos, em inglês). E o dia anterior, o 31 de outubro, ficou conhecido como Hallows Eve, ou véspera de Todos os Santos, dando origem ao nome que conhecemos hoje, Halloween.
Mas as pessoas não esqueceram as festas originais dos celtas e continuaram a acender fogueiras e dançar em volta, fantasiadas de esqueletos, diabinhos, fantasmas e monstros, enfeitando as casas com lanternas feitas de abóboras escavadas e iluminadas por dentro com a chama de uma vela. E conservaram várias das superstições desse festival.
Por exemplo, se uma moça descascar uma maçã sem romper a casca e atirá-la para trás, por cima do ombro, à meia-noite, ao cair no chão ela formará a primeira letra do nome de seu futuro marido. Na Irlanda, as crianças iam de casa em casa pedindo alimentos para comemorar a noite de Halloween, o que deu origem ao hábito de pedir doces dizendo: gostosuras ou travessuras!
![]() |
| O Saci, detalhe de gravura de J. Walsh |
Vários grupos ligados ao folclore brasileiro, isto é, nossa cultura popular, protestam contra a adoção dessa festividade "importada". E criaram o Dia do Saci, em 31 de outubro, para valorizar as lendas brasileiras. Caso você queira conhecer ou aderir a essa causa conheça o site da SoSaci - Sociedade dos Observadores de Saci.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/datas-comemorativas/ult1688u22.jhtm
sábado, 29 de outubro de 2011
Fotos da Feira 2011 - Ano da Química
Tudo estava lindo.
Os trabalhos apresentados foram coroados com a bela apresentação teatral das turmas do pré II e pré III.
Vejam algumas fotos...
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Feira do conhecimento
Está tudo tão bonito!!!
Não deixem de participar das transformações "químicas" que a vida nos proporciona e que nossas crianças registram nos seus trabalhos apresentados.
Aqui vai só uma palhinha de tudo que estará lá nesta manhã de sábado!
Nossa Programação:
Não deixem de participar das transformações "químicas" que a vida nos proporciona e que nossas crianças registram nos seus trabalhos apresentados.
Aqui vai só uma palhinha de tudo que estará lá nesta manhã de sábado!
Nossa Programação:
- Maternal I - Brincando Também Aprendo (animais ao redor do mundo, cuidados domésticos e transformação de matérias primas em fantoches)
- Maternal II A – O Que Vou Ser Quando Crescer? (Profissões do cotidiano e parlendas)
- Maternal II B – Na terra, no ar e no mar animais em todo lugar. (animais da floresta, animais que vivem nos oceanos e animais domésticos – A importância deles para o planeta e para os seres vivos)
- PRÉ I – S.O.S TERRA (trabalhos sobre o meio ambiente e a reciclagem do lixo – Família folha – Plastilde, edmetal, papelucho e vidrovaldo – A Importância do cuidado com a natureza para os seres vivos)
- PRÉ II – Descobrindo os Tesouros da Ciência (trabalhos dos 4 tesouros do pirata - Alfabeto, Números, Natureza e Literatura - Clubinho dos cientistas – com diferentes experiências)
- PRÉ III - Uma Viagem Fantástica pelos Diferentes Saberes (Jogos musicais, matemáticos, de linguagem e de movimento – confeccionados pelas crianças, Fábulas, Literatura infantil com Monteiro Lobato e o livro “Menina bonita do laço de fita”)
- Peça teatral adaptada do livro de Eva Furnari, “Marilu”, encenado pelas crianças do Pré II e Pré III.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Festival de Teatro de Boneco do Teatro Guaíra

Fique por dentro da programação:
Dia 18 (segunda) às 11h e 14h
Lona ( Praça Santos Andrade)
“Montando Lobato”- Livre – 45 min
Trento Produções – Curitiba-PR
Dia 18 (segunda) às 12h
Praça Santos Andrade (Escadarias da UFPR)
Grupo Maracatu Brincante de Curitiba- Livre – 45 min
Curitiba- PR
Dia 18 (segunda) às 15h e 17h
Teatro José Maria Santos
“Shishi, o Comilão” – Livre – 35 min
Dia 18 (segunda) às 17h e 19h
Teatro Salvador de Ferrante- Guairinha
“A Salamanca do Jarau” – Maiores de 12 anos – 50 min
Cia Teatro Lumbra de Animação- Porto Alegre- RS
Dia 19 (terça) às 11h e 14h
Lona (Praça Santos Andrade)
“As Aventuras de Tito e seu Cãozinho” – Infantil – 50 min
Artymus Teatro de Bonecos – Curitiba- PR
Dia 19 (terça) às 12h
Praça Santos Andrade (Escadarias da UFPR)
“A História do Homem Que Saiu Pelo Mundo Afora Para aprender a Tremer e Se
Arrepiar” – Livre – 50 min – Mundaréu – Curitiba-PR
Dia 19 (terça) às 15 e 17h
Teatro José Maria Santos
“Ludicamente” – Infantil – 45 min – Grupo Merengue – Curitiba-PR
Dia 19 (terça) às 17h e 19h
Teatro Salvador de Ferrante – Guairinha
“O Flautista de Hamelin” – Livre – 35 min – Trip Teatro de Animação – Rio do Sul -SC
Dia 20 (quarta) às 11h e 14h
Lona (Praça Santos Andrade)
“Trem de Ninguém” – Livre – 45 min – Cia Simples Suspiro – Curitiba-PR
Dia 20 (quarta) às 12h
Praça Santos Andrade (Escadarias da UFPR)
O Flautista de Hamelin- Livre – 35 min – Trip Teatro de Animação -Rio do Sul-SC
Dia 20 (quarta) às 15 e 17h
Teatro José Maria Santos
“A História De Um Cão” -Livre – 45 min – Beto Hinça Teatro de Marionetes – Curitiba-PR
Dia 20(quarta) às 17h e 19h
Teatro Salvador de Ferrante (Guairinha)
“O Conto da Ilha Desconhecida” – Livre – 45 min – Grupo Teatro Kabana – Belo Horizonte-MG
Dia 21 (quinta) às 11h e 14h
Lona (Praça Santos Andrade)
“Aventuras Possíveis” – Livre - 40 minutos – Grupo Teatral Auto-Peças – São José dos Pinhais-PR
Dia 21 (quinta) às 12h
Praça Santos Andrade (Escadarias da UFPR)
“Mamulengo Tiridá”- Livre – 40 min – Teatro Perrotta- Curitiba-PR
Dia 21 (quinta) às 15h e 17h
Teatro José Maria Santos
“Zabelê, Caxinguelê e o Romance Perfumado” – Livre – 40 min – Cia Fantokids – Maringá-PR
Dia 21 (quinta) às 15h e 17h
Teatro salvador de Ferrante (Guairinha)
“Fios Mágicos” – Livre – 45 min – Gabriel Bezerra Marionetes – Rio de Janeiro-RJ
Dia 22 (sexta) às 11h e 14h
Lona (Praça Santos Andrade)
“O Coelho e a Tartaruga” – Livre – 45 min
Dia 22 (sexta) às 12h
Praça Santos Andrade (Escadarias da UFPR)
“O Grande Circo Trapizonga” – Livre – 40 min – Teatro Perrotta- Curitiba-PR
Dia 22 (sexta) às 15h e 17h
Teatro José Maria Santos
“A Menina Que Morava No Arco Íris” – Livre – 45 min – Almazem Teatro de Bonecos – Curitiba-PR
Dia 22 (sexta) às 17h e 19h
Teatro Salvador de Ferrante (Guairinha)
“O Senhor dos Sonhos” – Livre – 50 min – Cia Truks – São Paulo-SP
Dia 23 (sábado) às 12h
Praça Santos Andrade (Escadarias da UFPR)
“O Jacaré” -Livre – 50 min – Cia dos Ventos – São José dos Pinhais-PR
Dia 23 (sábado) às 17h e 19h
Teatro José Maria Santos
“Eu...Não Digo Nada” – Maiores de 12 anos – 50 min
Dia 24 (domingo) às 15h e 17h
Teatro José Maria Santos
“O Romance do Vaqueiro Benedito” – Livre – 50 min – Grupo de Teatro Mamulengo Presepada- Brasília-DF
Dia 24 (domingo) às 15h e 17h
Teatro Salvador de Ferrante (Guairinha)
“A Carroça de Vento” – Livre – 50 min – Cia Filhos da Lua- Curitiba-PR
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Mês de Abril
Neste mês de abril faremos uma programação especial em função de algumas datas especiais.
Dia 18 de abril comemora-se o nascimento do Escritor Brasileiro Monteiro Lobato e o Dia Nacional do Livro Infantil e no dia 28 de abril comemora-se o Dia da Educação.
Iniciamos esta semana com uma Feira do Livro como forma de acesso aos pais e filhos para que, caso queiram, adquiram exemplares literários, de diferentes autorias e valores.
Como a função da Educação na fase inicial da vida (Educação Infantil) é a apresentação do Mundo às crianças, faremos na semana de 11 à 15 de abril uma semana especial. Iniciaremos um Projeto Literário Intinerante (que circulará entre todas as turmas). Cada turma trabalhará uma autora literária Brasileira (MI - Mary França MIIA - Fernanda Lopes de Almeida MIIB - Eva Furnari PRÉ I - Ruth Rocha PRÉ II - Cecília Meireles e PRÉ III - Ana Maria Machado) e Monteiro Lobato. As crianças desenvolverão diferentes atividades que serão apresentadas a todas as turmas, pelas próprias crianças, na quinta e sexta-feira, como forma de apreensão dos temas trabalhados e, como culminância do projeto, faremos uma exposição, para os pais, de todos os trabalhos desenvolvidos.
Temos certeza que, desta maneira prazerosa e lúdica, nossas crianças levarão as mensagens das diferentes histórias aqui vividas, para sempre!
Dia 18 de abril comemora-se o nascimento do Escritor Brasileiro Monteiro Lobato e o Dia Nacional do Livro Infantil e no dia 28 de abril comemora-se o Dia da Educação.
Iniciamos esta semana com uma Feira do Livro como forma de acesso aos pais e filhos para que, caso queiram, adquiram exemplares literários, de diferentes autorias e valores.
Como a função da Educação na fase inicial da vida (Educação Infantil) é a apresentação do Mundo às crianças, faremos na semana de 11 à 15 de abril uma semana especial. Iniciaremos um Projeto Literário Intinerante (que circulará entre todas as turmas). Cada turma trabalhará uma autora literária Brasileira (MI - Mary França MIIA - Fernanda Lopes de Almeida MIIB - Eva Furnari PRÉ I - Ruth Rocha PRÉ II - Cecília Meireles e PRÉ III - Ana Maria Machado) e Monteiro Lobato. As crianças desenvolverão diferentes atividades que serão apresentadas a todas as turmas, pelas próprias crianças, na quinta e sexta-feira, como forma de apreensão dos temas trabalhados e, como culminância do projeto, faremos uma exposição, para os pais, de todos os trabalhos desenvolvidos.
Temos certeza que, desta maneira prazerosa e lúdica, nossas crianças levarão as mensagens das diferentes histórias aqui vividas, para sempre!
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